Um longo beijo de despedida no garoto que me levou até ali, no terminal, na porta do ônibus. Obrigada, eu te amo. Sentirei saudades.
Embarco, demoro-me procurando meu assento. Vinte e oito, ali está. Com licença, pessoas; quero sentar.
Olho para fora na ânsia de espreitá-lo mais uma vez. Se vista, um tchauzinho com a mão na altura dos olhos. Mas, no lugar da minha quase criança com cabelos pretos encobrindo os olhos arredios, vi um negro de barbas grisalhas e jaqueta rasgada.
“É a miopia. O amor é cego. Imaginação. Cansaço…” Não! Ele foi embora.
Blah…
achei triste ._.